No Clube de Robótica, os alunos começaram por explorar as capacidades do kit LEGO SPIKE, descobrindo como sensores, motores e programação podem dar vida a construções aparentemente simples. Depois dessa fase inicial, surgiu um desafio diferente: conceber um equipamento tecnológico que pudesse ajudar na mobilidade das pessoas.

O resultado superou as expectativas. Em equipa, os alunos imaginaram soluções, desenharam protótipos, testaram mecanismos e programaram movimentos, construindo cadeiras de rodas motorizadas, braços robóticos e mãos robóticas capazes de executar tarefas básicas. Cada projeto exigiu criatividade, persistência e muitas tentativas até encontrar a melhor solução.

Mais do que aprender a montar peças, os participantes experimentaram o processo real da engenharia: identificar um problema, criar uma solução, testar, corrigir e melhorar. A robótica tornou-se, assim, uma ferramenta para pensar o mundo e imaginar formas de o tornar mais acessível.

Alguns protótipos ainda estão em desenvolvimento, e há ideias que continuam “na bancada”, à espera da próxima sessão do clube. Como conseguir que uma mão robótica tenha movimentos mais naturais? Que sensores poderiam tornar uma cadeira de rodas mais segura? E até onde pode chegar um projeto criado por alunos com peças LEGO, programação e muita imaginação?

As respostas começam a surgir todas as semanas no Clube de Robótica — e quem sabe qual será a próxima invenção a ganhar movimento.